quinta-feira, 21 de março de 2013

Espelho


Aqui perto senti o cheiro da podridão de sujeitos de gravata, mas apenas uma gravata, nem as palavras, nem a moda nem o privilégio de possuir um dom da palavra os acompanha  Faltam os vincos na roupa, o prumo, o requinte único de quem olha e sabe o que olha, de quem sente e sabe o que irá falar de seguida. 

Falta sabedoria a quem tem milhões e milhões a quem tem sabedoria. É triste mas de forma geral todos olham para gravatas. Podem nem condizer mas o aperto de mão mostra sempre a corrupção junta com o cheiro nauseabundo de quem não vive pelo que é, mas pelo que quer ser: Milhões. 

Pessoas que se pintam de sorrisos também destroem amizades, e essas são as fardas mais fortes da falsidade misturada com egoísmo. Um traço risonho que numa facada próxima é um ótimo amigo da falsidade e hipocrisia. Chamaria um "aniquilador de falsas amizades".

domingo, 17 de março de 2013

Começa:

Vamos começar de novo por meio de ponteiros do relógio...
Sentei-me e pensei/questionei: "falo ou não falo?"
Não falo, segue em frente mesmo que em frente não seja para falar.

O tempo mudou, escureceu. É um recorte daquilo que não fiz, mas sem sentido entendo que o que não fiz deveria ter sido feito.

Mais uma semana e 5 dias de gente piegas, criticas, rabugentas e pior que tudo... negativas. Geste que não sabe o que falar e inventa frases que afinal... ups, já estavam feitas.

Guarda-as no bolso... essas já estão usadas. Não me apertes a mão se andas te a mexer nelas. Elas sujam a alma de quem as procura e isso não é digno.

Por falar em dignidade, esta semana já merecia uma atitude digna de hombridade.

Vamos lá.

Comecemos de novo.


sábado, 16 de março de 2013

Fronha lavada e sem vincos. Conclusão?

Vamos lá saltar daqui e pensar 5seg:


Directamente à fronha devíamos nós de "chapar" estas ideias que nada têm a ver com futuro ou evolução. Evolução... engraçada palavra que todos desconhecem. Porque se conhecessem não diriam mal de tudo e daquilo e do outro. Evoluir é rir e homenagear o futuro que alguém almeja alcançar. É desprezar ementas de refeições do passado e usufruir dos carros-de-choque do futuro.

Pensem e cheguem a uma conclusão: Dinheiro? não é conclusão... portanto da população apenas uma percentagem que desconheço consegue passar á conclusão seguinte... Emprego? não é conclusão... sorte também não porque quem tem emprego pode ou não viver feliz... Familia também não porque já faz parte de nós desde o primeiro dia que respiramos este ar saturado...

Afinal a que conclusão... não é fácil, mas difícil é estar rodeado de conclusões disparadas pelas armas verbais de bestas e palhacinhos que nem o sentido do norte focam.

A fronha ficou amassada, mas ao erguer o peso voltará ao estado normal, basta apanhar um pouco de ar fresco e ideias novas.

Já passaram 5seg.